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Musicoterapia e Sexualidade

A música exerce estímulo para a função sexual . – trabalho realizado na clínica de terapia sexual com acompanhamento de 72 homens com idade entre 22 e 56 anos que apresentavam desejo sexual diminuido devido a dificuldades em expressar sexualidade pela rigidez de comportamento ou por quadro depressivo mostra como a musica associada aos exercícios comportamentais eróticos podem incrementar a libido e o estabelecimento de relações afetivas.

A música assim como uma boa alimentação quando bem absorvida pelo corpo estimula centros do prazer que liberam endorfinas que são substancias semelhantes a morfina além de dopamina que estimula a produção de testosterona (hormonio da sexualidade ) , de acetilcolina que é responsavel pela produção de oxido nitrico que ajuda na ereção , e também ocitocina favorecendo o desejo causando excitaçã prazerosa possibilitando uma entrega maior do corpo pela sensação de felicidade o que causaria a diminuição das resistências que o homem constroi pela propria condição de gênero.

O homem passa grande parte de seu tempo querendo provar para sí mesmo e também para os outros sua masculinidade .
– atos como tocar o próprio pênis exaltando seu tamanho , cuspir no chão , usar palavrões , gesticular , falar acima do tom , comprimentos agressivos, pavio curto , dificuldades em expresar amor pela companheira , são sinais visiveis da insegurança e da auto cobrança que são trabalhados inconscientemente no sexo masculino desde os primordios da humanidade , e que podem causar dificuldades na formação de vinculo amoroso fazendo da cama um palco , ao invés de um cenário de amor.

Desde cedo o sexo masculino aprende entre seus semelhantes que precisa de um comportamento digno de macho , e que seja claro para sí próprio e também, para a sociedade a qual pertence , apagando seus sentimentos e oportunidades de prazer, deixando de vivenciar a liberdade de expressão erótica sem policiamento interno
O ato sexual para estes homens carece de trocas e sensualidade.

Os 72 homens examinados na clinica de terapia sexual, apresentavam exames bioquimicos e hormonais dentro da normalidade, ninguem fazia uso de medicamentos e a grande – – -maioria já tinha feito uso de medicamentos para ereção, porém não queriam depender somente do remédio.
A queixa de diminuição da vontade em manter relação ou da demora em obter a ereção foi o ponto de partida para o trabalho.

– a maioria relatava sexo objetivo e rápido (penetração ) além do mêdo em não conseguir manter a ereção constantemente havia dificuldade de vinculo e a necessidade de manter múltiplas parceiras para proporcionar um maior interesse sexual este comportamento não participativo e isento de sentimentos causa na parceira a impressão do ato solitario ou seja de uso do corpo para lazer recreativo, provocando seu afastamento.

Estudos atuais comprovam que àreas ditas de prazer localizadas no hipotalamo ( alimentação , e desejo ) liberariam endorfinas pelo estimulo do sensório (audição) causando sensações prazerosas por ondas sonoras que estimulariam as terminações nervosas casusando excitação, motivação e envolvimento o sensorio auditivo portanto agiria como um fator facilitador neuro cerebral desarmando resistencias rudimentares pois dariam vazão a instintos primitivos principalmente quando combinado com exercicios comportamentais em que o sexo com penetração não fosse exigido livrando o homem do desempenho, procurando apenas liberar estimulo interno pela ação endorfinica.

A dificuldade do homem em participar das caricias eroticas é então trabalhada com exercicios comportamentais como por exemplo massagem sem penetração para busca de sensações , ousando nos toques , procurando trabalhar a libido e abrindo o leque de trocas entre o par.

Preconceitos enraizados nas trocas de caricias entre os casais fazem com que alguns homens não participem totalmente do ato sexual ocorrendo com o tempo diminuição da libido e perda do vinculo amoroso.

Toque nas nadegas e nos mamilos , posição sexual da mulher por cima ou longos beijos com carícias para alguns homens tem conotação homoerótico.

Como a maioria das mulheres faz sexo pensando em sedução , envolvimento e vínculo , os relacionamentos com estes homens disfuncionais tem vida curta.

Após 4 meses de terapia sexual com musicoterapia e exercícios sexuais dirigidos para sensações e percepções de toques mutuos a cumplicidade melhorou a penetração passou a ser uma opção vinculada ao desejo possibilitando : a entrega amoroso , maior tempo e investimento erotico nas relações , o que permitiu a possibilidade de novos encontros com a mesma parceira.

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